quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Opa, opa

Voltei da praia e esqueci de passar aqui. Aos invejosos, sim, estava ótimo. Só nublou no nosso último dia - o que, confesso, me deu um certo alívio, porque aí pude dormir sem culpa o dia todo.

Fora o engarrafamento entre Tubarão e Laguna e as nove horas da viagem de ida, com a pobre Julia implorando por água, Gamboa cumpriu com o prometido e nos forneceu sol, mar, camarão e descanso.

Mas, entretanto, todavia, contudo, o que eu queria contar mesmo, que foi o mais marcante da função toda é que eu descobri que ainda existem conchas! Sim, as conchinhas do mar. Juro que achei que o superaquecimento, o degelo das calotas polares, o El Niño e o mundo capitalista tinham acabado com elas. E isso me deixava triste, principalmente porque sempre foi um dos passatempos preferidos da minha avó. Sim, a casa dela é cheia de conchas, conchinhas e conchões, e eu passei boa parte da minha infância escutando o mar nelas. Enfim, para a minha alegria, descobri que praias como a Gamboa ainda guardam milhares destes mimos do mar. 

Ah sim, a segunda coisa mais marcante foi a infinidade de pitangueiras nos fundos da casa do Tiago - sede do Bloco do Bigode (fotos na semana que vem). Agi como uma psicopata na busca da pitanga mais vermelha. Certeza que fui a melhor colhedora de pitangas do Carnaval.

2 comentários:

muzell disse...

As conchas somem quando a gente fica adulto e reaparecem quando a gente tem filhos.

Anna Martha disse...

SERÁ?????????? Tu não viste nenhuma lá?