O que eu queria dizer mesmo com isso tudo é que são poucas as pessoas e situações que me fazem querer ser bem pequena e praticamente sumir, mas que me deixam zonza de bobeira. Uma delas é quando alguém fala alguma coisa sobre mim. Alguma percepção, elogio ou crítica. Isso porque o meu sonho mais impossível é me enxergar de fora. Conviver comigo e ver que tipo de gente eu sou (tá, fui longe, mas eu volto). Juro, se tivesse como, eu faria certo.
Então que o mais parecido que eu posso conseguir disso é ouvir a impressão dos outros sobre mim. E, olha, é muito, muito, muito raro isso acontecer. Recentemente, um amigo do meu "esposo" resolveu me dar a real, com relação a uma característica minha, que eu também acho muito chata: a síndrome de "excluída". Foi bom, especialmente para que eu percebesse que a convivência exagerada com algumas pessoas só reforçava esse meu aspecto.
Obviamente, prefiro os elogios. Bem mais raros, obviamente também (não estou sendo coitada, digo bem raros em relação ao mundo todo). Então que, ontem, meu coração pululou de felicidade quando minha professora SENSACIONAL de dança (pela qual sou completamente apaixonada) falou para a diretora do Laboratório da Dança que meu corpo é inteligente. MEU CORPO É INTELIGENTE.
Melhor elogio. Obrigada, Letícia.
5 comentários:
nossa, adoro (ns).
ei, cadê minha homenagem? aniversário chegando, ficadica! hshs.
Voce é ótima . Ajudei? Ronete
Ótimo elogio mesmo! Arrasou!
Ah, te entendo perfeitamente nessa história de "querer conviver consigo mesmo", de se ver de fora. Eu tb queria mto... :P
Ah (2), esses dias tava pensando em algumas características tuas q eu admiro.. depois te conto, táá?
bjomeliga
Nego: SIM, SENHOR.
Ronete: elogio é tu ler aqui. :D
Cris: lembrando sempre que somos quase a mesma pessoa.
Tu já provaste que sabes fazer filhos muito bem. e, eu acho muito legal esse teu jeito de falar,falar e falar...rs
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