sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Ataque histérico de mulherzice

Ainda não decidi se me sinto uma MULHER ou uma ADOLESCENTE nessas horas. O que não é necessariamente um problema, já que, como diz o meu esposo, nós, pessoas do sexo feminino, amadurecemos tudo o que tínhamos para amadurecer aos 15 anos. E por lá ficamos (eu tenho certeza que já disse isso aqui, porque adoro esta tese e concordo MUITO).

Indo ao que interessa - o assunto real deste post -, copiei descaradamente o blog da Camila, por indicação da Mariella, que tinha certeza do meu quase ataque do coração ao me deparar com esta foto gigante do segundo homem impossível do mundo para quem eu d.... muito e por quem eu sou perdida e platônicamente apaixonada.





















Ahan. Com toda a certeza.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Tenho que parar um pouco para pensar, porque alguma coisa não vai bem por aqui. Em quatro dias, eu ouvi dois amigos reclamando que eu não os vi em restaurantes. Restaurantes estes que não eram tão grandes. Eram bem pequenos, na verdade.

Ou eu assumi de vez a minha decisão de desligar um pouco de tudo que acontece ao meu redor ou estou realmente precisando usar meus óculos em tempo integral.

Falando em óculos, aproveito para me parabenizar por ter lembrado de levá-los ao show do Little Joy na terça. Calor, Opinião lotado e viúvas dos Los Hermanos dando provas de que podem, sim, ser muito mais palhas do que eu poderia imaginar? Liguei o foda-se afú e curti absurdamente os 56 minutos sensacionais da apresentação dos rapazes e da menina. Valeu cada centavo que eu não paguei.

Obrigada, Larissa. Amo-te. Para sempre.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Já contei

que eu me apaixonei perdidamente nas férias? Não, né?! Quer dizer, não aqui. Pois, sim, vejam (leiam) um dos motivos dessa minha repentina paixão platônica:

"Hermano inspirou o hálito leitoso e achocolatado de Naiara que era soprado em intervalos regulares bem na sua orelha, sentiu um dos peitinhos dela encostado no seu ombro e pensou em uma almofadinha macia recheada de Danette, sua sobremesa favorita."

Sim, eu sei que sou a atrasadinha do Mundo Fabicano, vivi e ainda vivo numa realidade estranha e só descubro as pessoas sensacionais que sempre estiveram a dois contatos internéticos de mim muito mais tarde do que devia. Mas, enfim, necessário tornar pública a minha profunda admiração pelo que esse moço, Daniel Galera, escreve, escreveu e ainda vai escrever. Leiam, HOJE, Mãos de Cavalo (de onde eu tirei o trecho ali em cima). E, amanhã, leiam o Cordilheira, que eu começarei a reler em algumas horas para decidir de qual eu gostei mais.

Sobre o Cão, bem, aí seria um atraso de milhões de anos tecer qualquer comentário.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Sobre o camping

Fato é que a nossa primeira experiência como campistas foi um su-ces-so (pausa: sempre odiei essa regra de separação de sílabas, essa dos dois "s"). Sucesso porque a única pessoa no casal com alguma bagagem no assunto era eu, que acampei uma vez, aos 12 anos de idade. Uma bagagem praticamente nula, é claro. 

Felizmente, como bem constatou o Filipe, camping não é lugar para gente fresca, logo, contamos com a solidariedade dos vizinhos paranaenses, que passavam os dias fumando narguilé e bebendo cerveja. Nos ensinaram a montar a barraca com mais eficiência (mais eficiência que a deles inclusive, já que a nossa resistiu ao ciclone e a deles, não), emprestaram a extensão para a luz, nos forneceram drinks e boas doses de risadas ao fazerem amizade com o alemão mais engraçado do camping (era afilhado do dono da Malwee - gostosa como um abraço, vendia pele de onça trazida de Frankfurt e subornava passantes para que lhe alcançassem mantimentos comprados no boteco atrás do camping).

Contamos ainda com um vizinho de barraca que tinha a voz e a barriga do Nhonho, do Chaves; outro grupo, de Capivari de Baixo, que se autodenominava "Os Renegados", com direito a faixas, bandeirolas e um carro de som, de onde só saía o tal do Pagode Universitário e coisas do tipo; e ainda um acampamento inteiro de "jovens", onde habitavam temporariamente futuros talentos do pop-rock-emo nacional. Sério, TA-LEN-TO.

Por fim, para completar a obra prima em potencial que é um camping, contamos com "O Mistério". No penúltimo dia de nossa estada por lá, quando todos esses vizinhos maravilhosos já haviam rumado a seus lares, um Palio branco estacionou próximo ao nosso acampamento. Dele, desceram um homem, equipado com cordas, alicates, facas, luva e escada, e dois rapazes, que, prontamente, partiram pelo camping em busca de pedras.

Eu e o Filipe observávamos tudo enquanto tomávamos nosso café-da-manhã. Em questão de minutos, montaram uma lona de aproximadamente cinco metros de altura (ou mais, ou péssima para medidas). Os rapazes seguiam trazendo pedras e mais pedras. Jesus, pensei, para que tantas? Algum outro campista pensou o mesmo que eu, talvez porque, na ânsia de arrecadar aquela enorme quantidade de pedras, eles acabaram roubando uma de propriedade dele. Rolou um pequeno conflito, logo resolvido pelo líder da montagem, que mandou os rapazes devolverem a pedra.

Acabamos nosso café e nos tocamos para a Gamboa. Na volta (de um dia extraordinário), lá pelas nove da noite, nos deparamos com isso (a nossa é a da esquerda e a foto foi feita no dia seguinte. Juro que esse sol todo não é o das nove da noite em Garopaba):


















Talvez para você, prezado leitor inexperiente em campings, possa não significar muita coisa. Mas, acredite, era a coisa mais bizarra do camping inteiro, que contava com acampamentos munidos até com telão e projetor. Era algo gigantesco, perfeitamente montado e vazio. Sim, porque nos dois dias e meio que ainda ficamos por lá, com essa coisa ao lado, absolutamente ninguém entrou ou saiu dali.

E por que a moça aqui demorou tanto para contar a historinha no brógue? Porque esta noite eu SONHEI com a barraca, digo a nossa, e esta aí ainda estava vazia, azul e sozinha ao nosso lado.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Julia e o Lobo Caos

Então que, em meio ao ciclone extra-tropical que invadiu o litoral de Santa Catarina entre os dias 02 e 04 de janeiro, expulsos de nossa humilde barraca, invadimos a acolhedora casa do amigo Daniel Galera. Fruto do tédio de seis pessoas e meia trancadas em um apartamento com vista para o mar, surgiu a obra-prima abaixo. Sim, é longo. Sim, a qualidade da imagem (e da filmagem) não é lá essas coisas. Mas, acreditem, vale cada um dos quatro minutos.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Querido blog,





















Foi lá em 2007 que eu pedi carinhosamente aos meus amigos que me ajudassem a evitar o demônio engarrafado, como a Betine (amormeuondeestás?) carinhosamente apelidou o champagne. Eis que ontem descobri que a Mariella, a sócia, não é minha amiga, pois não me impediu de entornar muito mais do que o necessário desse terrível líquido. Darei um desconto porque ela estava praticamente no mesmo estado que eu (embora somente essa que vos fala tenha subido na mesa no final da noite).
Enfim, registro aqui MAIS UMA VEZ que não pretendo NUNCA MAIS ir além da segunda taça de champagne (blergh, não posso nem pensar). Não dá. Achei que fosse morrer hoje de manhã, mas graças ao meu esposo, que indicou-me o Estomazil para sobreviver, estou viva e trabalhando.


segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

E justo quando eu começo a me sentir mais caseira de novo, começa uma novela da gljshkhkhkhkhhghjsbvhfgy (desculpa, passei meio mal) Glória Perez com temática da Índia (odeio novela com temática. odeio) e o Big Brother 9 se mostra sem muita perspectiva de ser dos bons. Serei pessimista com relação a essa edição, permitam, uma vez que eu sempre acreditei na capacidade dos "nossos heróis" (/Pedro Bial) de garantir momentos de alienação completa nos últimos sete anos (é isso?). Tomara que me surpreendam, mas se aquela Josi, da casa de vidro, entrar, vai ser foda. Já basta a vovó e a paraense dividindo o título de Chata Mor lá dentro.

Meu consolo é que a 4ª temporada de Grey's já chegou na locadora e a Mariella já está baixando toda a quinta! :P

Anna, na TPM com força

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Lamentei

Época de vestibular, listões, matérias sobre "como se preparar para o dia da prova" nos jornais. Época também em que os produtores das faixas de bixo tem seu pico de produção. Taí uma coisa que até diminuiu com o passar dos anos, mas continua por aqui. E eu leio com interesse cada uma que vejo. 

Adouro quando a criatura passa na UFRGS. O nome da universidade cresce significativamente de tamanho e fica quase nas mesmas dimensões do nome do vestibulando, agora calouro. Eventualmente, o nome da instituição fica até maior que o do curso. Tipo: "Parabéns, Mariana! artes plásticas - UFRGS". Aliás, fica o registro que eu acho de última os pais que não mandam fazer faixas de bixo só porque o curso escolhido pelo filho não é dos populares. Superdifícil (é assim agora?) encontrar faixas saudando os calouros de Música ou Arquivologia, por exemplo.

Mas divertido mesmo (que feio, Anna Martha!) é lamentar a sorte das famílias que ostentam faixas com dizeres do tipo "Valeu, DANIEL! Medicina - ULBRA (ou qualquer outra particular)". Sério, MILHÕES DE REAIS essas pessoas gastarão nos próximos anos. Deviam economizar já na faixa.

A propósito, minha faixa foi feita e exibida em Pelotas, com os dizeres: "Parabéns, Anna Martha! Jornalismo - UFRS". Pelo menos acertaram o meu nome.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Então

Voltei. Voltamos. Infelizmente. Prometo me acostumar a viver aqui de novo.

Fato é que uma alergia que há anos (pelo menos uns seis) não me visitava apareceu por aqui. Nunca fiz nenhum exame para saber exatamente a quê eu sou alérgica. Na época da primeira crise, lá pelos 15 anos, achei conveniente dizer que era a carne de porco. Era algo que não me faria muita falta e que realmente eu havia comido naqueles dias. Difícil foi explicar como eu podia continuar comendo bacon e presunto. Enfim, mais uma das minhas explicações bonitas para coisas que não fazem grande diferença na vida.

Desta vez, a alergia (em forma de VERGÕES avermelhados e que coçam um bocado) surgiu no sábado à noite, pouco mais de 24 horas após a nossa chegada de Garopaba. Desta vez, achei bonito e conveniente dizer que estou alérgica a Porto Alegre. Talvez.