Só para deixar bem claro que eu abdico da minha parte jovem e teimosa que INSISTE em se meter nos Becos/Ocidentes da vida. Não tenho mais idade para isso. Já o Filipe afirma que não tem estado civil. Vemos bem aí o que aconteceria caso o casal se separasse.
Fico apenas com a impressão de que eventualmente devo ir a essas "festas" para ter CERTEZA que não devo voltar. Não gosto da música, não conheço mais as pessoas, fico toda torta pela fumaça dos melhões de cigarros e mal consigo beber. Não fosse pela EXCELENTE companhia, eu teria ido embora em menos de 15 minutos.
Neste guichê, somente convites para festas mais light. Casamentos também são bem vindos. Assim como festinhas em casa, churrascos de amigos, etc.
Dando sequência à homenagem feita na quarta-feira ao Nego - aquele que ama enquetes - e também ao post anterior (da Abelha Rainha) peço ajuda para que os meus cinco leitores favoritos respondam a seguinte pergunta, retirada de um teste que diz o livro que você seria. Vamos lá.
Vocês me veem como:
- Carismática e popular
- Introspectiva e arredia
- Cult e cosmopolita
- Debochada e sarcástica
- Irônica e refinada
Respostas nos comentários, por favor. E tratem de RESPONDER, senão retomarei a síndrome de excluída.
Taí um neguinho que eu amo de paixão. Desde quase sempre. Há, pelo menos, oito anos. É um dos poucos colegas que eu lembro desde o primeiro dia de trote e que eu quis ter por perto sempre. É frequente eu achar que exagero no amor que tenho por ele, que é sincero por demais e já me causou até uma pequena confusão. Digo pequena porque dificilmente algo faria com que eu me afastasse desta coisa enlouquecedoramente amável que é o senhor Leandro Cavalcanti Pereira.
Ele me deu uma única carona em toda a faculdade, foi meu chefe em algumas poucas noites e acho que nem sempre ele se dá conta do quanto é especial para mim. É dele uma posição no meu top 3 de testimonials no orkut, bem como no quesito melhores fantasias em festas da Fabico e, disparado, a melhor companhia para dançar em qualquer lugar.
Há uns quase três anos, ele nos trocou pelos cangurus australianos e anda bem pululante por lá. Mas, GRAÇAS A DEUS, se deu conta que é fundamental visitar os órfãos brasileiros uma vez por ano. Porque, senhor, ele faz muita falta. Que o Vavo me desculpe, mas eu morro de SAUDADE do Nego.
Finalizando a minha homenagem, segue o vídeo da banda cujo vocalista é, para mim, o sósia do Nego. Toda a vez que eu ouço o Maroon 5 é impossível não lembrar dele. E, ontem, quando eu saía de casa para ir ao biriri remoto em comemoração aos 26 anos do garoto, tcharam, começa a passar o clipe de Sunday Morning na TV. É bem assim mesmo.
Não consegui encontrar no You Tube o clipe para postar aqui, então vai o de This Love, que inaugurou minha fixação em achar o Nego e o Adam Levine muito, mas muito parecidos. Desejando sempre que o Nego pegue tantas mulheres como ele.
Eu tenho meus momentos de Abelha Rainha, como já diria Mirella Nascimento. Momentos esses em que eu quero invocar toda a atenção disponível no ambiente para a minha pessoa. Não, não acho legal. E não, não me orgulho. Com a maturidade (bonito isso, não?), tenho me aperfeiçoado na arte de calar e meus momentos abelhudos tem sido bem menos frequentes.
O que eu queria dizer mesmo com isso tudo é que são poucas as pessoas e situações que me fazem querer ser bem pequena e praticamente sumir, mas que me deixam zonza de bobeira. Uma delas é quando alguém fala alguma coisa sobre mim. Alguma percepção, elogio ou crítica. Isso porque o meu sonho mais impossível é me enxergar de fora. Conviver comigo e ver que tipo de gente eu sou (tá, fui longe, mas eu volto). Juro, se tivesse como, eu faria certo.
Então que o mais parecido que eu posso conseguir disso é ouvir a impressão dos outros sobre mim. E, olha, é muito, muito, muito raro isso acontecer. Recentemente, um amigo do meu "esposo" resolveu me dar a real, com relação a uma característica minha, que eu também acho muito chata: a síndrome de "excluída". Foi bom, especialmente para que eu percebesse que a convivência exagerada com algumas pessoas só reforçava esse meu aspecto.
Obviamente, prefiro os elogios. Bem mais raros, obviamente também (não estou sendo coitada, digo bem raros em relação ao mundo todo). Então que, ontem, meu coração pululou de felicidade quando minha professora SENSACIONAL de dança (pela qual sou completamente apaixonada) falou para a diretora do Laboratório da Dança que meu corpo é inteligente. MEU CORPO É INTELIGENTE.
Melhor elogio. Obrigada, Letícia.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Eu até pediria desculpa a mim mesma pela ausência neste espaço. Pediria mesmo, caso não tivesse passado o feriado todo vendo isso:
Mar perfeito, tempo perfeito, companhias sensacionais. Transbordo de contentamento e transmito meus sinceros agradecimentos aos não-leitores deste blog Bruno e Daniel Galera, Marcelo Träsel e Tati Rosa (e seus amigos queridões). E também ao Lulu Santos e ao Led Zeppelin, que colaboraram com a trilha sonora.
Obrigada, Boninho, por me fazer acreditar no Big Brother de novo. Obrigada, povo brasileiro, por tirar aquela Aná, que escolheu o Direito por conta do filme "Legalmente Loira" (gaaahhhh). Hoje, o nosso sonho "Yes, we can!" se mostra mais perto da realidade. Go, Prianha.
*colaboração de Cris Hentschke
Não tem nada para fazer? Está vagabudeando pelos blogs da vida? Vai lá e vota na Rainha Prianha então http://bbb.globo.com/, porque eu vou até LIGAR para o meu voto valer mais.
convidei a minha mãe para assistir DE NOVO. na verdade, ontem, ela disse que ia ao cinema e eu pedi para que não escolhesse Ele não está.... ela me garantiu que não, que veria o Gran Torino. Ao que eu respondi "tá bem, porque eu quero ver contigo esse aí".
pausa para breve contextualização
minha mãe é psicóloga, não é das piores, mas obviamente interpreta TUDO que a pessoa faz ou diz. aos treze anos eu informei a ela que, se continuasse assim, seria MUITO difícil para mim. enfim, melhorou bastante de lá pra cá.
mais um complemento de informação: o namoro da minha mãe com o arthur (queridofofoteadoro) teve, lá no início, aquele clássico termina/volta/termina/volta. enfim, resumindo, depois do meu pai (lá se vão 24 anos que se separaram) minha mãe teve alguns namorados (graças a Deus) e, bem, ela é mulher e, além disso, é zilhões de vezes mais dramática que eu. tá, deu pra entender.
voltando à história
aí ela me perguntou de novo "qual o nome do filme mesmo?" e eu respondi. e ela "e por que tem que ser comigo? o que tu quer dizer?".
essa é a vida de uma filha de psicóloga.
p.s.: cris, eu ia fazer tua homenagem hoje, porque falei sobre o Clube do Nadismo com alguém. desisti, tu merece lembranças melhores. beijomeadd
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Pra deixar registrado meu protesto contra todos aqueles que se negaram a ir ao cinema ontem comigo. Eu queria muito, muito, muito ver o filme mais mulherzinha do ano:
Mas ninguém, NINGUÉM, nem a minha própria mãe, atendeu às minhas súplicas. Assim, ó, magoei geral. Magoei tanto que nem vou fazer o trocadilho que a situação merece.