sexta-feira, 29 de maio de 2009

Hipotiroidismo

Então, este NÃO É um adoecimento psíquico. Depois dos 20 e tantos comentários em que eu caí numa irracionalidade em busca prazer de ganhar uma discussão do Solon (@cognitivismo), vou falar de algo comprovado, CIENTIFICAMENTE, através de exames laboratoriais.

Descobri esta semana que estou com um princípio de hipotiroidismo. Isso significa, para quem não sabe, que a minha tireóide está funcionando menos do que devia. Graças ao MELHOR ENDOCRINOLOGISTA do mundo, o Flávio Zelmanovitz, descobri que não fiz nenhuma bobagem que resultasse nisso. É um processo que simplesmente ACONTECE no corpo da gente, em que o nosso sistema imunológico não reconhece mais a tireóide e passa a atacá-la.

O chato, é claro, são os sintomas. Não passei por todos, mas por alguns, como, por exemplo, queda de cabelo, dificuldade em emagrecer, falta de apetite e uma leve depressão (BEM leve, fiquei mais tristonha apenas, e o Solon discutindo comigo. tsc. tsc).

Enfim, comecei o tratamento na quinta-feira. Consiste apenas em ingerir, através de um comprimido minúsculo, o que a tireóide não consegue produzir sozinha. Em jejum. Devo, porem, apresentar-me mais animada (ohohoh) nos próximos dias.

E eu achando que era um processo de sofrimento criativo sazonal...


segunda-feira, 25 de maio de 2009

Joselito

Tem uma vontade louca aqui dentro de abandonar este blog. Vou dar um crédito à TPM e ver se passa. Se não passar, enfim, cederei ao desejo.

Tive, recentemente, duas aulas sobre a Teoria Cognitivista. Não me sinto à vontade para falar muito sobre ela ou dar a minha opinião (venho praticando o desapego a velhos hábitos, dentre eles, aquele que me foi passado pela profissão que escolhi, a de jornalista, que é o de 'tudo saber', 'sobre tudo opinar'). O fato é que na última aula, o professor falou sobre os grupos sociais e a necessidade que o ser humano tem de pertencer a eles. De como nos causa sofrimento o sentimento de não fazer parte e de como nos esforçamos para agradar àqueles que integram o grupo. Especialmente, tratando-se de um grupo comunal (amigos, família, etc).

Segundo o que foi apresentado, a partir do momento em que a pessoa não se esforça para fazer parte, quando se sente afastada do grupo e não liga muito, caracteriza-se um processo de adoecimento psíquico. O contrário não é doença: é bem saudável, segundo o Caetano Dell'Aglio (o professor), uma pessoa se esforçar DEMAIS para fazer parte, mesmo que parta para uma atitude sem noção.

Ok, sou saudável, mas não quero ser sem noção (avisem!)

Outro aspecto que me chamou a atenção (como se a esmagadora maioria das coisas em psicologia não me chamasse atenção. Escolhi MUITO a faculdade errada) foi o fato de que as pessoas que sofrem rejeição em seus grupos acabam criando uma sensibilidade social muito maior do que as que sempre foram aceitas.

Ok, tenho uma considerável sensibilidade social.

Deixando de lado a minha auto-análise (melhor coisa em aula de psicologia), o motivo deste post é registrar minha profunda decepção e alguma indignação com pessoas que lutam e lutam e lutam para ficarem "parecidas" com outras, que tentam incessantemente fazer parte de algo de forma exagerada e artificial. Achei sensacional uma frase do Caetano (o professor) e gostaria de aplicá-la a mim tanto quanto possível:

- "Não adianta ficar querendo agradar sempre. A maior parte das pessoas no mundo não vai gostar de você. Na verdade, a maioria ignora a sua existência. Uma parcela muito pequena realmente se importa e gosta de você. O melhor a fazer é viver a sua vida e buscar a satisfação pessoal. Não que se deva viver sem ligar para os outros, mas agradar a todos não pode ser a sua maior preocupação."

Tenho procurado manter isso em mente. Agora de forma bem mais clara.


quinta-feira, 21 de maio de 2009

Com licença,

Estou num momento de saudade eterna e platônica de algo (em) que nunca esteve aqui.

Obrigada.

terça-feira, 19 de maio de 2009

lembrei

que nessa época aí minha barriga estava uma gracinha (/Hebe). Encontrei ontem, ao remexer nas mensagens antigas do Gmail.

























O que me remete ao fato de que a foto com mais views no meu flickr é justamente uma que é SÓ a minha barriga, lá pelos seis meses de gravidez. Esta aí em cima é de uns cinco, cinco meses e meio. Sim, foi uma senhora barriga. Gosto nem de lembrar o tamanho das minhas coxas no final da função.

É o Rodrigo que curte uma grávida? Não lembro. Ajudaqui.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Empacotamento

Então, estive ausente porque moramos em Porto Alegre e a Julia, óbvio, virou uma criança sinusitenta.

No mais, comecei a empacotar a casa para a mudança, que deve ocorrer nas próximas semanas (é favor). Comecei pelo nosso armário, onde encontrei, entre cartas de ex-namorados e fotos desta que vos fala com uns muitos quilos a menos, coisas fofas como:

- uma cinta-liga vermelha, por mim utilizada aos 15 anos numa fantasia de "diabinha" (nota aqui: impressionante que a meia 7/8 vermelha está inteira, sem um único fio puxado. por que não acontece o mesmo com as pretas?);

- uma fantasia de SONHO DE VALSA, que fez grande sucesso (especialmente com os amigos bêbados) em uma festa da Fabico. Explico o sucesso: eu prendi sonhos de valsa no cabelo e na roupa. Glicose, saca?;

- a calcinha que eu vestia na primeira vez com o Filipe (unhé). Provando que eu não estava com segundas intenções naquela noite, a calcinha é rosa, grandinha, de algodão, com um URSINHO na frente e pegadinhas dele atrás. Não é calcinha de primeira vez.

Uh! Muito sexies as minhas lembranças. :P

Me desfiz de tudo, menos da calcinha, que eu vou guardar para mostrar para a Julia num dia que ela trouxer as amigas adolescentes para dormir em casa.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

TAG

Dando continuidade à "bocozice" que domina meu ser, resolvi vencer a minha resistência a TAGUEAR posts. Vou inaugurar esta nova ferramenta em meu humilde blog a partir da série "Só acontece comigo?". Sempre que for esta a TAG, sintam-se à vontade, vipados leitores, para responder ao questionamento.

Iniciarei os trabalhos com ela:

















A Neosaldina.

Sim, aquela que nos salva das dores mais horrendas, das ressacas mais acachapantes*, de toda e qualquer tortura que uma enxaqueca possa provocar. Sou fã, viciada, enlouquecida pela Neosaldina.

Nunca consegui dar valor àquelas lendas de que faz mal, pode matar e tals. Ouvi recentemente a explicação de que tudo fazia parte de um jogo de INTRIGA da concorrência, que agora não é mais concorrente e, então, está tudo bem.

Enfim, vamos à pergunta. Quando eu tomo uma neosaldina, nas 24 horas seguintes (mais ou menos), sinto cheiro de ÁGUA SANITÁRIA (a chamada CLOROFINA) em todas as águas não minerais das quais me aproximo. No banho, na torneira, na pia, etc. Acontece com mais alguém?

*NUNCA tinha escrito essa palavra antes. Tá certo?

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Desculpa

Ando muito bocó por aqui. Na minha avaliação, bem mais bocó que o normal.

Enfim, desconheço completamente a razão e estou numa preguiça eterna de fazer uso de qualquer espécie de cognitivismo para descobrir. Então, foi mal aí!

Na verdade, tudo que eu continuo querendo é um amigo fotógrafo e gay. Alguém?

terça-feira, 12 de maio de 2009

Got a secret

Sou muito influenciável. Sempre fui, segundo minha mãe. Por isso não devo andar com más companhias. A tendência é que eu siga os maus comportamentos. Sou bem deslumbradinha mesmo, adoro novas novidades e pessoas e hábitos e programações. Me apaixono e me imagino em outras vidas o tempo todo. E a ausência de modéstia nesses casos me diz que não é assim com todo mundo. Se acontece com alguém que lê aqui, desculpa, vou ignorar solenemente.

É tipico, também, querer embarcar na vida de pessoas não reais (aí também inclua-se aqueles personagens diários inventados por nós mesmos a partir de pessoas reais). Acontece, por exemplo, quando bate uma vontade louca de me tornar uma cirurgiã, somente para viver no Seattle Grace Hospital, do Greys Anatomy.

O problema é quando eu resolvo tomar uma overdose de Gossip Girl. O Chuck Bass e a Blair despertam os "meus instintos mais primitivos" (@Roberto Jefferson) e a vontade de sair fazendo bobagem e sacanagem é gigantesca. Difícil lembrar que eu não tenho mais 18 anos, não faço parte da alta sociedade de Manhattan e não tenho aquelas roupas maravilhosas. Bora torcer para que comece logo a terceira temporada de Californication. Minhas chances são maiores.


























Desperta os instintos mais primitivos. Malvado.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Negando muito

Ontem, Filipe e eu assistimos ao filme A Espiã (sim, atrasadinhos da grow). Segundo meu sábio esposo me informou, a direção é do Paul Verhoeven, o mesmo de Instinto Selvagem e do primeiro Robocop. Filipe o classifica como "cru". Acho que gosto dele (sou muito desconfiada do que realmente gosto em cinema). Enfim, quem não assistiu, assista. É longo, mas não é lento. É de guerra, mas sem milhões de minutos de batalha. De brinde, tem o Sebastian Koch, de A Vida dos Outros (MELHOR filme @brunogalera) que é uma teteia de fofo.Mais tarde, zapeando na SKY, acabamos assistindo novamente ao "Um bom ano", do Ridley Scott, com o Russel Crowe. Outro filme sensacional , de chorar no cantinho por conta da fotografia.

Aí, assim, resolvi desabafar aqui que, ó senhor, tem umas moças que nasceram com o c* virado para a lua. Porque, na boa, são bonitas pra caralho. Negam o _ _ _ _ _ _ _ _ _ muito (nos pontilhados, a piada interna de um grupo de amigos. não sei se posso reproduzir aqui).

Seguem as fodonas do meu coração. Pegava todas:




















Carice Van Houten, de A Espiã









Marion Cotillard, de Um Bom Ano
























Monica Belucci, a fodona-mor



































E, finalmente, Eva Green, de 007, Os Sonhadores, etc. Quero ser igualzinha a ela quando eu crescer, tá? Tá.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Ah, a escolinha

O meu primeiro Dia das Mães (é com maiúscula) como mãe foi em 2006, quando a Julia tinha três meses. Legal. Tudo lindo. A foto do dia é essa aí:



















No ano seguinte, ela já estava na escolinha - a mesma em que está até hoje. Aí, no primeiro Dia das Mães em que eu seria 'homenageada', as professoras ESQUECERAM de nos avisar. Não colocaram bilhete na agenda, não ligaram e nem mencionaram a festinha nos dias (e até no dia) anteriores. Eis que o Filipe vai buscar a gorda na escola e estão TODOS os coleguinhas no colo de suas mães cantando e brincando e a Julia no colo da professora. Voltei do trabalho para casa aos prantos. Eu podia surrar aquela mulher, mas preferi fazer um discurso que a enchesse de culpa.

Não deve ter funcionado muito, já que no ano seguinte, fui esquecida de novo. Desta vez, fomos espertos e perguntamos no início de maio quando seria a festinha. Fui, compareci e estava quase certa de que tudo tinha funcionado, até abrir o presente. Era uma bandeja de madeira, com um espaço onde deveria estar uma foto nossa (minha e da Julia). Só que as 'profes' esqueceram de nos pedir a foto. Super, né?

Aí este ano, eu ganhei um tema, que é preencher um cartão completando a seguinte frase:

"Ser mãe é..."

Depois de pesquisar e ver que o google é bem esperto e o poema do "ser mãe é padecer no paraíso" está lá, entre os primeiros resultados, escrevi uma coisa bonitinha. Mas só bonitinha mesmo (até, porque, assim, não é difícil ser criativa entre mães mais velhas).

A festinha este ano é no sábado agora, no Colégio Militar. Consta que envolve exercícios. Torçam por mim, ok?! Ok.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

OPA! Voltei aqui também

Não foi desleixo* (ó, Gustavo, fica aqui mais uma *palavra para a tua campanha), foi a distância do computador durante o feriado todo que fez com que eu deixasse esse meu espaço tão querido às moscas.

Seguindo os sábios conselhos do Cardoso, que respondeu ao meu twitter "viajo? não viajo? viajo? não viajo?" com um "@enfim a resposta para esta pergunta é sempre sim", comprei minha passagem para São Paulo ainda em março. Chantageando a Mirella, consegui que ela antecipasse suas férias e me guiasse na minha primeira visita à CIDADE GRANDE.

Buenas, sucesso total! Comecei conhecendo o aeroporto de Guarulhos, seguido de um breve tour até Congonhas, onde Solonzinho nos buscou e fez a gentileza (nota aqui: Solon foi muito gentil o feriado todo, mostrando que os boatos dando conta de que ele só precisava ser paulista para ser completo e feliz eram mesmo verdadeiros), voltanto, fez a gentileza de me apresentar a alguns pontos turísticos a bordo de seu Golf com placas de Porto Alegre.

À noite, a Mirella me pagou um sushi no Yokozuna. Foi tri. E bem gostoso também. O jet lag nos fez voltar direto para casa e dormir umas doze horas. Minto, antes tomamos um DANETE QUENTE numa daquelas padocas paulistas (meu maior elogio à cidade. adorei).

No sábado, aproveitando que tem uma PADOCA (adouro) ao lado da casa do Solon (antiga casa do Vicente), me acabei num baguete com requeijão na chapa (MELHOR café da manhã). Em seguida, seguindo os conselhos do Bruno, almoçamos um filet alla parmigiana (ui) na Cantina Gigio. Di-li-ça. O meu Galera tinha toda razão.

Para acabar com a digestão, resolvemos passear pela Oscar Freire, onde eu poderia deixar boa parte de todo o meu apartamento em processo de compra, mas me contive. Ficadica, caso queiram me presentear, estou completamente apaixonada por esse tipo de chapéu retrô anos 20. Depois fomos ao Shopping Morumbi, onde tinha uma boneca da Bu, do Monstros S.A., que falava "Mike Wazowski". Morri. Para finalizar a noite, jantamos na (o) Bráz. Yeah, baby, good.

No domingo, conheci a civilização (@solonbro) e andei de metrô. Fomos até a Liberdade, passear e fazer pequenas comprinhas. :P Tentamos almoçar no Salve Jorge, mas estava fechado. Provavelmente, por conta da Virada Cultural. Ah sim, enquanto passeávamos pelo centro, atravessamos um resto de rave que estava rolando ali. Meus amigos "raveanos" curtiriam certo.

Rumamos à Avenida Paulista e almoçamos na sensacional Lanchonete da Cidade. Amei. Recomendo muito. Antes passamos muito rapidamente (graçasadeus) pela Livraria Cultura. Meu sucesso em não gastar seria posto à prova em níveis estratosféricos se ficasse mais de 15 minutos ali.

Depois de assistir ao jogo do Corinthians na simpática residência do Vavolindo (smack!), fomos tomar um chope (opa, só eu tomei o chope propriamente) no Genial, na Vila Madalena. Renata Paulista Stephen nos acompanhou. Na segunda, ainda deu tempo de passear rapidamente pela Vila Madalena e finalizar São Paulo como comecei, com sushi.

Impressões finais da CIDADE GRANDE: é grande mesmo, os prédios são altos-finos-compridos, são MUITOS japoneses vindo de tudo que é lado e eu seria muito gorda lá, pois tomaria café nas padocas TODOS os dias.

Conclusão: seguirei a dica do Cardoso eternamente. Viajaremos mais. E o próximo destino óbvio é São José dos Ausentes.