Não foi desleixo* (ó,
Gustavo, fica aqui mais uma *palavra para a tua campanha), foi a distância do computador durante o feriado todo que fez com que eu deixasse esse meu espaço tão querido às moscas.
Seguindo os sábios conselhos do
Cardoso, que respondeu ao meu twitter "viajo? não viajo? viajo? não viajo?" com um "@enfim a resposta para esta pergunta é sempre sim", comprei minha passagem para São Paulo ainda em março. Chantageando a
Mirella, consegui que ela antecipasse suas férias e me guiasse na minha primeira visita à CIDADE GRANDE.
Buenas, sucesso total! Comecei conhecendo o aeroporto de Guarulhos, seguido de um breve tour até Congonhas, onde
Solonzinho nos buscou e fez a gentileza (nota aqui: Solon foi muito gentil o feriado todo, mostrando que os boatos dando conta de que ele só precisava ser paulista para ser completo e feliz eram mesmo verdadeiros), voltanto, fez a gentileza de me apresentar a alguns pontos turísticos a bordo de seu Golf com placas de Porto Alegre.
À noite, a Mirella me pagou um sushi no
Yokozuna. Foi tri. E bem gostoso também. O
jet lag nos fez voltar direto para casa e dormir umas doze horas. Minto, antes tomamos um DANETE QUENTE numa daquelas padocas paulistas (meu maior elogio à cidade. adorei).
No sábado, aproveitando que tem uma PADOCA (adouro) ao lado da casa do Solon (antiga casa do Vicente), me acabei num baguete com requeijão na chapa (MELHOR café da manhã). Em seguida, seguindo os conselhos do
Bruno, almoçamos um filet alla parmigiana (ui) na
Cantina Gigio. Di-li-ça. O meu Galera tinha toda razão.
Para acabar com a digestão, resolvemos passear pela Oscar Freire, onde eu poderia deixar boa parte de todo o meu apartamento em processo de compra, mas me contive. Ficadica, caso queiram me presentear, estou completamente apaixonada por esse tipo de
chapéu retrô anos 20. Depois fomos ao Shopping Morumbi, onde tinha uma boneca da
Bu, do Monstros S.A., que falava "Mike Wazowski". Morri. Para finalizar a noite, jantamos na (o)
Bráz. Yeah, baby, good.
No domingo, conheci a civilização (@solonbro) e andei de metrô. Fomos até a Liberdade, passear e fazer pequenas comprinhas. :P Tentamos almoçar no Salve Jorge, mas estava fechado. Provavelmente, por conta da
Virada Cultural. Ah sim, enquanto passeávamos pelo centro, atravessamos um resto de rave que estava rolando ali. Meus amigos "raveanos" curtiriam certo.
Rumamos à Avenida Paulista e almoçamos na sensacional
Lanchonete da Cidade. Amei. Recomendo muito. Antes passamos muito rapidamente (graçasadeus) pela Livraria Cultura. Meu sucesso em não gastar seria posto à prova em níveis estratosféricos se ficasse mais de 15 minutos ali.
Depois de assistir ao jogo do Corinthians na simpática residência do Vavolindo (smack!), fomos tomar um chope (opa, só eu tomei o chope propriamente) no Genial, na Vila Madalena. Renata Paulista Stephen nos acompanhou. Na segunda, ainda deu tempo de passear rapidamente pela Vila Madalena e finalizar São Paulo como comecei, com sushi.
Impressões finais da CIDADE GRANDE: é grande mesmo, os prédios são altos-finos-compridos, são MUITOS japoneses vindo de tudo que é lado e eu seria muito gorda lá, pois tomaria café nas padocas TODOS os dias.
Conclusão: seguirei a dica do Cardoso eternamente. Viajaremos mais. E o próximo destino óbvio é São José dos Ausentes.